É possível separar pesquisa, risco e execução desde o primeiro MVP?
Integrar uma DLL nativa e dados tick-by-tick sem permitir que falhas de infraestrutura contaminem risco e domínio.
CASE FILE. 01 / QUANT / FINTECH
Sistema quantitativo em .NET 10 com ProfitDLL, ticks, backtests, estratégias e OMS/Risk. Opera em shadow; execução real exige habilitação explícita.
BRIEF. 01 / PROBLEMA E FRONTEIRA
Um recorte deliberado do estado atual. Métricas e hipótese continuam editoriais até que exista evidência pública para substituí-las.
Integrar uma DLL nativa e dados tick-by-tick sem permitir que falhas de infraestrutura contaminem risco e domínio.
SYSTEM TRACE. 02 / FLUXO PRINCIPAL
Pesquisa e backtest → OMS/Risk → adaptador x64 isolado → corretora, com telemetria e persistência separadas.
ProfitDLL x64 / ticks normalizados
Backtest e reprodução determinística
Gates, limites e intenção de ordem
Shadow, paper e habilitação explícita
intent → policy → authoritative state → observable effectSequência editorial para discutir contrato, autoridade e efeito. Não representa telemetria real de produção.
Valida contrato, sequência e relógio do tick.
tick.acceptedExecuta a estratégia ativa sobre o mesmo estado reproduzível.
intent.created | no_opAplica risco, idempotência e gates do modo corrente.
intent.allowed | blockedRegistra a simulação sem autorizar efeito financeiro real.
execution.simulatedDECISION LOG. 03 / TRADE-OFFS
Colocar a ProfitDLL em processo próprio e manter execução real atrás de gates explícitos; shadow e paper são o padrão.
RELIABILITY. 04 / FALHAR COM CONTEXTO
Não são métricas de produção publicadas. São os riscos que o desenho precisa tornar observáveis e os sinais candidatos para a próxima rodada.
Desconexão ou travamento do processo que hospeda a DLL nativa.
Ticks ausentes, duplicados ou fora de ordem durante ingestão e replay.
Intenção de ordem repetida depois de timeout ou reconexão.
Replays idênticos produzem a mesma sequência de decisões.
Taxa e motivo de bloqueio nos gates do OMS/Risk.
Diferença entre sinal, preço paper e resultado de execução simulado.
INCIDENT DRILL. 05 / CONTENÇÃO → RECUPERAÇÃO → PROVA
Exercícios editoriais de resiliência, não incidentes reais nem runbooks de produção. Cada drill transforma um modo de falha em uma resposta discutível e testável.
DESIGN EXERCISE / REVISAR CONTRA TELEMETRIA E RUNBOOKS REAIS ANTES DE OPERAR
EVIDENCE. 06 / O QUE PODE SER DEFENDIDO
Expandir replays determinísticos, critérios de promoção de estratégia e observabilidade de execução paper.
Nenhuma captura foi publicada para este corte. O portfólio preserva a lacuna em vez de fabricar uma evidência visual.
INTERVIEW MODE. 07 / APROFUNDE A CONVERSA
Perguntas que conectam o case a system design, produto e operação sem transformar uma decisão contextual em regra universal.
Como desenhar idempotência entre intenção de ordem e adaptador externo.
↗Onde separar pesquisa, política de risco e infraestrutura de corretora.
↗Como promover uma estratégia sem transformar backtest em promessa.
↗CASE FILE / 01